quinta-feira, fevereiro 23, 2006

"CIDADE SEM MUROS NEM AMEIAS"

23 DE FEVEREIRO DE 1987

Em 1987, com 57 anos (nasceu a 2 de Agosto de 1929, em Aveiro), Zeca Afonso deixou-nos, vítima de doença incurável.
O seu funeral, em Setúbal, foi uma grandiosa manifestação de pesar e de homenagem a um homem que com as suas canções "fez mais às vezes do que muita panfletada".
Passados 19 anos sobre a sua morte, não vou dizer que recordo hoje Zeca - isso é para as rádios e as televisões (ostracizam-no durante todo o ano e alguns, como a Antena 1, dão-se ao luxo de hoje passarem 19 [dezanove] das suas canções ) - mas recordo especialmente o dia do seu funeral. Também lá estive e esse foi seguramente um dos dias mais tristes da minha vida. Partia um dos meus grandes mestres.
Como alguém disse, a respeito dos artistas em geral, e eu reitero com firmeza a propósito do Zeca: "Tal como a arte, os artistas deveriam ser eternos."

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