quinta-feira, janeiro 12, 2006

O FIM DO DNa

Extinto no passado fim-de-semana, o DNa, suplemento do Diário de Notícias dos sábados, numa primeira fase, e das sextas-feiras, ultimamente, acompanhou-me durante nove anos - o tempo da sua existência - e é com pesar que o vejo desaparecer.
Foi óptimo conhecer jornalistas como Sónia Morais Santos, Luís Osório, Fernanda Câncio, José Mário Silva, Anabela Mota Ribeiro, Carlos Vaz Marques e tantos outros, alguns deles iniciando ali uma carreira que já augurava o sucesso do presente.
Os diversos prémios que o DNa recebeu falam melhor do que eu do que foi este suplemento, não me escusando no entanto de apresentar os parabéns ao director, Pedro Rolo Duarte, e a todos os restantes trabalhadores.
Para o último número - para coleccionar - teve o DNa a óptima ideia de seleccionar frases e ideias retiradas da releitura das suas 474 edições.
Porque algumas delas também me fizeram pensar, me comoveram e me surpreenderam, não deixarei de me servir deste local para as citar.
Para começar, cito Luís Fernando Veríssimo, num texto de Dezembro de 2001:
.
"Acho que sou um optimista céptico. Ou um céptico optimista. Ao mesmo tempo que espero o melhor da Humanidade, acho que a conheço suficientemente bem para não ter grandes ilusões."

1 Comments:

At 19:53, Blogger segurademim said...

... ai também eu sou optimista e obrigatoriamente céptica!
como dava jeito ser burra...

beijo :)

 

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